Em algum momento da sua vida, você provavelmente já correu para o pronto-socorro ao se sentir mal ou ao estar com alguma complicação de saúde que exigia maiores cuidados.

Apesar desse tipo de atendimento parecer prático, muitas vezes, perdemos muito tempo em salas de espera para resolver problemas de baixa complexidade. Já imaginou como seria bom experimentar um atendimento eficiente e sem burocracia?

Neste post, você descobrirá como funciona o pronto-socorro e quais alternativas você tem para cada caso.

Como funciona um pronto-socorro?

O pronto-socorro é um espaço reservado para atendimento 24 horas de urgência e emergência. Diferente das consultas médicas agendadas, nessa modalidade os pacientes não são atendidos por ordem de chegada, mas sim de acordo com a complexidade de cada caso.

Inicialmente, é prestado um acolhimento pela equipe de enfermagem que realiza a triagem clínica de acordo com os sinais e sintomas apresentados, classificando-os de acordo com a complexidade e gravidade do estado clínico do paciente.

Para fazer a triagem adequada, as unidades de pronto-socorro baseiam-se no Protocolo de Manchester. O programa é responsável por classificar o quadro clínico do paciente por cores. Confira abaixo cada etapa da classificação:

 

 

Essa classificação de risco somente pode ser realizada por um profissional experiente e capacitado na área, como é o caso dos enfermeiros. Para uma boa análise, o profissional deverá considerar alguns pontos importantes como as queixas, os sintomas e os sinais vitais.

Assim, você pode passar pela experiência de esperar mais para o atendimento, enquanto outro paciente, que chegou antes de você, consegue ser atendido de imediato devido ao grau de complexidade do caso.

 

Quando devemos ir ao pronto-socorro?

Pela praticidade de acesso, é comum que muitas pessoas procurem o pronto-socorro sempre que sentem qualquer alteração no organismo. Apesar de ser um caminho eficaz para o tratamento dessas complicações, nem sempre essa é a melhor opção para a sua saúde. Isso porque, como já foi mencionado, o pronto-socorro é um local que irá sempre priorizar os atendimentos de urgência e emergência.

Pessoas com sintomas de infarto, fraturas ou vítimas de acidentes graves são alguns dos exemplos que, sem dúvida, terão preferência de chamada nas filas dos prontos socorros. O objetivo é garantir que o indivíduo sobreviva.

Inclusive, outro ponto que merece destaque, é em relação à superlotação da unidade de pronto-socorro. Cerca de 10 pessoas que procuram o serviço, em média 8 não são casos de urgência e emergência.

Além de aumentar o tempo de espera para os usuários em estado grave, essa prática coloca em risco a saúde de todos. O motivo? Com pacientes e acompanhantes aguardando o atendimento, o número de contaminação por doenças infecciosas é ainda maior.

Ou seja, você pode buscar uma consulta prática e ágil para solucionar o seu problema mas, ao mesmo tempo, adquirir uma outra complicação — muitas vezes, até mais grave.

Antes de ir ao pronto-atendimento, é preciso analisar bem o que você está sentindo. Há realmente um motivo para ir ao pronto-socorro ou é possível resolver o problema em casa? Hoje temos soluções como a Ayla, que possui uma central de atendimento pronta para auxiliá-lo e direcioná-lo corretamente para o atendimento mais adequado.

 

 

0 respostas

Deixe uma resposta


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *